9.3.10
7.3.10
ESPELHOS DE LUZ & SOMBRA - FOTOGRAFIAS DE IRINA IONESCO
A francesa Irina Ionesco, uma das grandes damas da fotografia mundial, expõe seus trabalhos pela primeira vez em São Paulo a partir deste sábado, dia 06/03.
A obra de Irina Ionesco, fotógrafa pouco conhecida no Brasil, vai percorrer São Paulo, Brasília e Salvador na exposição intitulada “Espelhos de Luz e Sombra”. Na capital paulista, os trabalhos da artista poderão ser vistos até 11 de abril, na Galeria Michelon da Caixa Cultural na Praça da Sé, no centro da cidade.
Essa mostra apresentará 30 fotos assinadas de 1968 a 2006, em preto-e-branco analógicas, sem nenhuma interferência de tecnologias digitais. Durante a exposição, será exibido o documentário Irina Ionesco, Nocturnes Porte Dorée (1998-2003, 58’) de Delphine Camolli, que propõe a descoberta de seu universo barroco com base em depoimentos, cenas da fotógrafa em ação com a modelo Isis, apresentação de algumas de suas séries, como as Amantes Fúnebres e as fotos de Baby Jane, inspiradas no filme What ever happened to Baby Jane. O filme revela também que seu espaço de criação é o apartamento em que vive.
Irina Ionesco, de origem romena, nasceu em Paris em 1935. Adolescente, começou uma trajetória de mulher-espetáculo: encantadora de cobras, dançarina acrobática e contorcionista, alvo vivo de um lançador de facas. Depois de um acidente que a impediu de continuar dançando, começou a desenhar espaços vazios. Em 1964, ganhou uma máquina Nikon do pintor Corneille.
Em 1970, fez sua primeira exposição pessoal como fotógrafa, desenvolvendo uma das obras mais insólitas e singulares da arte contemporânea, presente em galerias européias, japonesas, norte-americanas e museus de várias partes do mundo.
Exposição: “Espelhos de Luz e Sombra”, com Irina Ionesco.
Curadoria: Betch Cleinman.
Local: Caixa Cultural São Paulo - Praça da Sé, 111 – Centro.
Data: de 06 de março a 11 de abril de 2010.
Horário de visitação: terça a domingo, das 09h às 21h.
Preço: grátis.
Telefone: (11) 3321 4400.
Algumas fotografias no UOL Entretenimento
A obra de Irina Ionesco, fotógrafa pouco conhecida no Brasil, vai percorrer São Paulo, Brasília e Salvador na exposição intitulada “Espelhos de Luz e Sombra”. Na capital paulista, os trabalhos da artista poderão ser vistos até 11 de abril, na Galeria Michelon da Caixa Cultural na Praça da Sé, no centro da cidade.
Essa mostra apresentará 30 fotos assinadas de 1968 a 2006, em preto-e-branco analógicas, sem nenhuma interferência de tecnologias digitais. Durante a exposição, será exibido o documentário Irina Ionesco, Nocturnes Porte Dorée (1998-2003, 58’) de Delphine Camolli, que propõe a descoberta de seu universo barroco com base em depoimentos, cenas da fotógrafa em ação com a modelo Isis, apresentação de algumas de suas séries, como as Amantes Fúnebres e as fotos de Baby Jane, inspiradas no filme What ever happened to Baby Jane. O filme revela também que seu espaço de criação é o apartamento em que vive.
Irina Ionesco, de origem romena, nasceu em Paris em 1935. Adolescente, começou uma trajetória de mulher-espetáculo: encantadora de cobras, dançarina acrobática e contorcionista, alvo vivo de um lançador de facas. Depois de um acidente que a impediu de continuar dançando, começou a desenhar espaços vazios. Em 1964, ganhou uma máquina Nikon do pintor Corneille.
Em 1970, fez sua primeira exposição pessoal como fotógrafa, desenvolvendo uma das obras mais insólitas e singulares da arte contemporânea, presente em galerias européias, japonesas, norte-americanas e museus de várias partes do mundo.
Exposição: “Espelhos de Luz e Sombra”, com Irina Ionesco.
Curadoria: Betch Cleinman.
Local: Caixa Cultural São Paulo - Praça da Sé, 111 – Centro.
Data: de 06 de março a 11 de abril de 2010.
Horário de visitação: terça a domingo, das 09h às 21h.
Preço: grátis.
Telefone: (11) 3321 4400.
Algumas fotografias no UOL Entretenimento
6.3.10
2.3.10
CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA HISTORIA DA ARTE

Conceitos Fundamentais da História da Arte, de Wölfflin, é um marco na evolução da teoria estética moderna. Este estudo sobre a evolução do estilo na arte situa a obra no conjunto da vida de uma época. Através da análise das obras dos grandes artistas, de Dürer a Rembrandt, o autor mostra a evolução interna dos estilos e define as categorias permanentes da arte. Com a publicação do livro, o autor conclui um trabalho de vários anos, inúmeras vezes recomeçado. Os pensamentos e reflexões esboçados cerca de trinta anos antes encontraram sua forma definitiva nesta obra amadurecida, verdadeiramente clássica. Teve início, então, prolongando-se através das décadas, o efeito direto das idéias de Wölfflin nas ciências e na opinião pública em geral. Os Conceitos Fundamentais influenciaram e determinaram decisivamente as ciências do espírito e toda a atividade artística. Quanto mais forte se tornava este eco, mais prolongadas eram as discussões em torno do livro e tanto mais Wölfflin era levado a refletir sobre o edifício que ele erguera no zênite da sua criação. Seus livros e artigos surgidos posteriormente encontram-se todos à luz dessa polêmica.
1.3.10
Carlos Oswald - O resgate de um mestre
Pensar a história da gravura artística brasileira é pensar no nome de Carlos Oswald. Pela relevância do artista no campo da gravura e pela contribuição às artes plásticas brasileiras no início do século 20, a CAIXA Cultural Rio de Janeiro abre, no dia 09 de março, a exposição "Carlos Oswald - O resgate de um mestre", uma retrospectiva com 70 itens selecionados entre as mais importantes obras de Oswald.
São 58 obras pertencentes ao acervo do Museu Nacional de Belas Artes, nove gravuras de coleções particulares e três livros ilustrados por ele em original. A mostra - que tem curadoria assinada por Paulo Leonel Gomes Vergolino e produção da Cult Arte e Comunicação -, fica aberta à visitação até o dia 18 de abril.
"Carlos Oswald é, sem dúvida, um dos maiores expoentes da gravura artística brasileira. Na exposição, colhi trabalhos raríssimos, passando por todas as trajetórias do artista. Os temas mais recorrentes trazem representações religiosas, de paisagens, de figuras humanas e da vida animal", explica o curador.
Quem tiver a oportunidade de visitar a exposição vai perceber o traço firme do artista e notar o jogo de claro/escuro correto que ele imprimia em suas obras, marca que o acompanhou durante sua carreira.
Foi esse artista ítalo-brasileiro que a partir de 1913 empenhou-se na divulgação, no Brasil, da gravura como expressão artística e não somente como meio de reprodução. Essa característica vai imprimir a ele e à sua forma de atuar um caráter moderno, seguido de perto por outros grandes gravadores como Oswaldo Goeldi (1895-1961), Raimundo Cela (1890-1954), Lívio Abramo (1903-1992) e Lasar Segall (1891-1957).
Nascido em Florença, na Itália, em 1882, Carlos Oswald foi registrado no Consulado Brasileiro e residiu no Brasil até o ano de 1971, quando faleceu no Rio de Janeiro. Tocado pelas propostas dos movimentos europeus que já viam há muitos anos a gravura como expressão artística, Carlos Oswald inaugurou a primeira oficina de gravura brasileira, no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Desde então, dedicou-se por quase 40 anos ao ensino e à difusão da gravura artística, sendo inclusive responsável pela primeira exposição de gravura realizada no Brasil, em 1919.
Entre seus alunos, que hoje fazem parte da moderna e premiada gravura artística brasileira, estão Poty Lazarotto (1924-1998), Hans Steiner (1910-1974), Darel Valença Lins (1924), Henrique Carlos Bicalho Oswald (1918-1965) e Orlando da Silva (1923).
Para o curador Paulo Vergolino, Carlos Oswald estava à frente do seu tempo. "Ele criou obras de cunho impressionista de extrema beleza, além de ter contribuído para a evolução da arte brasileira. Pouca gente sabe, mas seu nome também está ligado à concepção do monumento máximo brasileiro, o Cristo Redentor. Foi de seu ateliê que saíram os croquis enviados a Paris e que possibilitaram a execução da obra pelo escultor francês de origem polonesa Paul Landowski", finaliza.
Serviço:
Exposição: Carlos Oswald - O resgate de um mestre
Abertura: 8/03/10, às 19h (convidados)
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Horário: De terça a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 21h
Telefones: (21) 2544-4080 / 2544-1099 / 2544-7666
Classificação: Livre
Entrada franca
São 58 obras pertencentes ao acervo do Museu Nacional de Belas Artes, nove gravuras de coleções particulares e três livros ilustrados por ele em original. A mostra - que tem curadoria assinada por Paulo Leonel Gomes Vergolino e produção da Cult Arte e Comunicação -, fica aberta à visitação até o dia 18 de abril.
"Carlos Oswald é, sem dúvida, um dos maiores expoentes da gravura artística brasileira. Na exposição, colhi trabalhos raríssimos, passando por todas as trajetórias do artista. Os temas mais recorrentes trazem representações religiosas, de paisagens, de figuras humanas e da vida animal", explica o curador.
Quem tiver a oportunidade de visitar a exposição vai perceber o traço firme do artista e notar o jogo de claro/escuro correto que ele imprimia em suas obras, marca que o acompanhou durante sua carreira.
Foi esse artista ítalo-brasileiro que a partir de 1913 empenhou-se na divulgação, no Brasil, da gravura como expressão artística e não somente como meio de reprodução. Essa característica vai imprimir a ele e à sua forma de atuar um caráter moderno, seguido de perto por outros grandes gravadores como Oswaldo Goeldi (1895-1961), Raimundo Cela (1890-1954), Lívio Abramo (1903-1992) e Lasar Segall (1891-1957).
Nascido em Florença, na Itália, em 1882, Carlos Oswald foi registrado no Consulado Brasileiro e residiu no Brasil até o ano de 1971, quando faleceu no Rio de Janeiro. Tocado pelas propostas dos movimentos europeus que já viam há muitos anos a gravura como expressão artística, Carlos Oswald inaugurou a primeira oficina de gravura brasileira, no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Desde então, dedicou-se por quase 40 anos ao ensino e à difusão da gravura artística, sendo inclusive responsável pela primeira exposição de gravura realizada no Brasil, em 1919.
Entre seus alunos, que hoje fazem parte da moderna e premiada gravura artística brasileira, estão Poty Lazarotto (1924-1998), Hans Steiner (1910-1974), Darel Valença Lins (1924), Henrique Carlos Bicalho Oswald (1918-1965) e Orlando da Silva (1923).
Para o curador Paulo Vergolino, Carlos Oswald estava à frente do seu tempo. "Ele criou obras de cunho impressionista de extrema beleza, além de ter contribuído para a evolução da arte brasileira. Pouca gente sabe, mas seu nome também está ligado à concepção do monumento máximo brasileiro, o Cristo Redentor. Foi de seu ateliê que saíram os croquis enviados a Paris e que possibilitaram a execução da obra pelo escultor francês de origem polonesa Paul Landowski", finaliza.
Serviço:
Exposição: Carlos Oswald - O resgate de um mestre
Abertura: 8/03/10, às 19h (convidados)
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Horário: De terça a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 21h
Telefones: (21) 2544-4080 / 2544-1099 / 2544-7666
Classificação: Livre
Entrada franca
26.2.10
CCBB vai trazer exposição de Tim Burton ao Brasil
O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) anunciou que trará ao Brasil para sua programação 2010 a exposição “O Estranho Mundo de Tim Burton”, do cineasta Tim Burton que atualmente tem feito muito sucesso no Museu de Arte Moderna (MoMA), em Nova York.
A data da exposição do diretor de longas como “O Estranho Mundo de Jack”, “Edward – Mãos de Tesoura” e “A Fantástica Fábrica de Chocolates” ainda não foi definida pelo CCBB, mas tudo indica que o próprio Tim Burton venha ao país para sua inauguração.
A exposição deverá estrear no CCBB do Rio de Janeiro e depois passar pelas unidades de São Paulo e Brasília. Para 2010, o CCBB promete um investimento de R$ 41,5 milhões em mais de 130 projetos selecionados para suas três unidades.
[via abril notícias]
A data da exposição do diretor de longas como “O Estranho Mundo de Jack”, “Edward – Mãos de Tesoura” e “A Fantástica Fábrica de Chocolates” ainda não foi definida pelo CCBB, mas tudo indica que o próprio Tim Burton venha ao país para sua inauguração.
A exposição deverá estrear no CCBB do Rio de Janeiro e depois passar pelas unidades de São Paulo e Brasília. Para 2010, o CCBB promete um investimento de R$ 41,5 milhões em mais de 130 projetos selecionados para suas três unidades.
[via abril notícias]
A CARA DO RIO 2010
A sexta edição da exposição “A Cara do Rio 2010” no Centro Cultural Correios mostra algumas dessas formas nas 115 obras de artistas plásticos cariocas ou não. Em cada obra exposta existe um ângulo diferente da cidade, seja na forma de pinturas, fotografias, esculturas, gravuras, objetos, ou aquarelas, dentre outras técnicas.
A coletiva é um mosaico de vivências, boas ou ruins, porém, todas integrantes do universo que se descortina diariamente diante de uma das paisagens mais deslumbrantes que os olhos podem ver. Os artistas se entregam à religião e ao prazer, às transgressões e à disciplina, às notícias, à diversão, aos esportes, à ecologia, como que inspirados por uma geografia onipresente e arrebatadora. As obras de arte se alternam entre olhares ora sensíveis, ora críticos. Nunca indiferentes.
O curador Marcelo Frazão tenta definir: “cento e quinze ângulos, propostas e indagações, tendo a cidade do Rio de Janeiro como ponto de chegada e partida. Caminhada em círculos - é verdade - mas ao completarmos uma volta e reiniciarmos a outra, percebemos claramente as mudanças físicas que atos e, até mesmo a falta deles, gera em toda a cidade. São forças que podem ser estudadas e transformadas pela Arte”.
No vasto elenco de artistas de “A Cara do Rio 2010” figuram a experiência e a novidade. Nomes como Paulo Vilela, Marilou Winograd, Ricardo Newton, Sonia Madruga, Isabela Francisco, Paula Erber, Mauricio Barbato, Teresa Speridião, Osvaldo Gaia, Teresa Asmar, entre dezenas de outros artistas, que moram no Rio ou no exterior.
Ao longo destes anos de exposições, se houve encontros, também aconteceram despedidas: Carlos Pontual, Maria Eugênia Sampaio, Frank Schaeffer, Déa Junqueira e Aloysio Novis. Há poucos meses perdeu-se outra companheira: Doralice Araújo. Em comum a todos eles, o amor pelo lugar que escolheram para viver. Talvez mais do que isso, o intenso desejo em dividir a sua arte com os outros, um dos principais motivos da exposição A Cara do Rio.
ABERTURA: 27 de fevereiro, às 15h
PERÍODO: 28/2 até 11/4/2010
VISITAÇÃO: de terça a domingo, das 12h às 19h (entrada franca).
LOCAL: CENTRO CULTURAL CORREIOS: Rua Visconde de Itaboraí, 20-Centro Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2253-1580
Com direito até a entrevista no Bom Dia Rio
A coletiva é um mosaico de vivências, boas ou ruins, porém, todas integrantes do universo que se descortina diariamente diante de uma das paisagens mais deslumbrantes que os olhos podem ver. Os artistas se entregam à religião e ao prazer, às transgressões e à disciplina, às notícias, à diversão, aos esportes, à ecologia, como que inspirados por uma geografia onipresente e arrebatadora. As obras de arte se alternam entre olhares ora sensíveis, ora críticos. Nunca indiferentes.
O curador Marcelo Frazão tenta definir: “cento e quinze ângulos, propostas e indagações, tendo a cidade do Rio de Janeiro como ponto de chegada e partida. Caminhada em círculos - é verdade - mas ao completarmos uma volta e reiniciarmos a outra, percebemos claramente as mudanças físicas que atos e, até mesmo a falta deles, gera em toda a cidade. São forças que podem ser estudadas e transformadas pela Arte”.
No vasto elenco de artistas de “A Cara do Rio 2010” figuram a experiência e a novidade. Nomes como Paulo Vilela, Marilou Winograd, Ricardo Newton, Sonia Madruga, Isabela Francisco, Paula Erber, Mauricio Barbato, Teresa Speridião, Osvaldo Gaia, Teresa Asmar, entre dezenas de outros artistas, que moram no Rio ou no exterior.
Ao longo destes anos de exposições, se houve encontros, também aconteceram despedidas: Carlos Pontual, Maria Eugênia Sampaio, Frank Schaeffer, Déa Junqueira e Aloysio Novis. Há poucos meses perdeu-se outra companheira: Doralice Araújo. Em comum a todos eles, o amor pelo lugar que escolheram para viver. Talvez mais do que isso, o intenso desejo em dividir a sua arte com os outros, um dos principais motivos da exposição A Cara do Rio.
ABERTURA: 27 de fevereiro, às 15h
PERÍODO: 28/2 até 11/4/2010
VISITAÇÃO: de terça a domingo, das 12h às 19h (entrada franca).
LOCAL: CENTRO CULTURAL CORREIOS: Rua Visconde de Itaboraí, 20-Centro Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2253-1580
Com direito até a entrevista no Bom Dia Rio
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